3 de dezembro de 2006

Química, Línguas, Biofísica e depois Matemática

Uma partícula de poeira em meio a tantas outras! Definitivamente não fazemos parte de um gás ideal, interagimos uns com os outros... E com algumas outras partículas rola química, ligação iônica, pura eletricidade; com outras rola atração à distância, inverso do quadrado, mas de perto rolam forças atômicas que afastam, ficamos no mínimo de potencial. É certo que sempre tem uma partícula especial que para você é mais, uma idealização esférica perfeita, mas infelizmente o campo gerado por uma esfera é o mesmo que o de um ponto, e as forças freudianas não ajudam!
Tem momentos em que forças de origem biológica interferem conosco, ora construtiva, ora destrutivamente. Queremos alguma difusão, alguma osmose de partículas... Não! O que queremos é um processo ativo, queremos ir para o meio mais concentrado por conta da densidade que aumenta a interação entre as partículas... Bomba de Sódio e Potássio.
Talvez seja confuso lembrar do tempo em que o ideal era estar no sistema isolado... Mas pensando bem, como podemos testar a elétrica sem a carga de prova? Não há gravitação se não há atração de massas... Não há trocas de calor! Pergunta: apenas uma partícula no vácuo, ainda não é vácuo?
Mas são tantas partículas e nenhuma chega a eletrosfera... Talvez não seja um problema de matemática e sim de lingüística, talvez tudo isso seja problema com a quantização... Falando nisso a língua tem partes específicas para sentir o doce, o azedo, o amargo e o salgado. A língua é o melhor meio de divulgação, nenhum outdoor ou panfleto infeliz substitui. A língua também é uma ótima carga de prova, pra testar se o campo elétrico é forte, e o atrito gera calor...
Às vezes paro e observo que alguns pontos materiais não sabem em que estado físico estão, e se movimentam como líquidos (Sei não! Parecem sólidos amorfos) fluindo eternamente entre outros mais sólidos e outros que ainda estão no vácuo: gases.
E observo as enzimas: elas se encaixam no substrato respectivo e depois se vão em busca de um outro substrato num ciclo contínuo e sem fim talvez. O problema de matemática é identificar se é um arranjo ou uma combinação. As enzimas sabem onde se encaixar, mas as partículas numa caixa nem sempre e acontecem ligações iônicas e covalentes e algumas pontes de hidrogênio e tal. A matemática diz que existe apenas um y para cada x, mas isso não é função ora! É relação.
Quanto ao x, prefiro que sejam dois: xx! A presença de um y pode causar sensação de competitividade, às vezes atrapalha, xy não! Mas respeito o gosto de cada ponto material que me cruza a vida...
No conjunto dos mamíferos, os diagramas de Veen não nos detectam e é preciso tirar desvio padrão da medida em meio a tantos pontos infinitesimais! Nem variância nem média ponderada ajudam quando se está querendo se sentir especial. E ai recorremos ao vácuo, ao alto do Himalaia onde a pressão atmosférica é menor e a água ferve a menos de 100°C, psicologicamente falando... Frieza! Quando tristes ficamos frios, melhor é deixar aquela partícula interessada se chegar para que na troca de calor saiamos ambos em equilíbrio térmico, pode ser um amigo, um parente, por tanto que forneça o calor necessário, senão...
Estava observando aleatoriamente algumas destas partículas que nos cruzam a vida e lembrei que é preciso energia de ativação para que certas reações ocorram, não sei se gosto de reações endotérmicas deste calibre. As reações exotérmicas são intensas e liberam calor! Muito melhor não?
Não acredito que o movimento de saturno possa interferir no meu movimento browniano, mas os esotéricos juram que o alinhamento com netuno trará novidades estimulantes, não sei. Acredito na precessão do pião chato onde estou grudado, Terra. Se bem que argumentos de origem humana me levam a reconhecer alguma semelhança nas atitudes dos nascidos no mesmo signo, sinal... Acho que mudei de assunto, não foi?
Nesta vida as relações não são trigonométricas, infelizmente não basta elevar ao quadrado e igualar a um (...!?), mas com certeza as relações não são difíceis quando se quer relação. A química é tal que rege todo o aparato experimental, mas o importante é o fenômeno físico que se sucede: óptica, mecânica, calor, eletromagnetismo, ondas e física moderna, porque ficar no classicismo é um saco até para a galera de letras... O fenômeno químico altera as partículas, o fenômeno físico não.
De tudo exposto é fácil perceber que não há ciência melhor ou pior, não queremos uma só, queremos a união de todas. Queremos a linguagem, sucedida da química (o misticismo esotérico) e da biofísica! Depois de vermos se a relação deu certo pensamos em matemática.

3 comentários:

Bruno Leonardo disse...

É bem interessante esse seu ponto de vista,mas é como diz o ditado errar é humanas,mas permanecer no erro é exatas...peraí o que tem há ver isso com o essa sua reflexão?deve ser apenas para te provocar,mas voltando ao assunto é interessante à questão levantada.

Cavalcanti disse...

Metáforas demais, acabei não entendendo nada, mas vou botar na conta da licença poética!
=P

Anônimo disse...

Obrigado por Blog intiresny